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Semana do Trânsito


Entre os dias 18 e 25 de setembro, comemora-se a Semana do Trânsito.


Dentro das ações de conscientização para um trânsito mais responsável e pacífico, seguem algumas orientações para o transporte de animais!


Transporte de animais


Assim como o transporte de crianças dentro do carro merece um cuidado especial por parte dos motoristas, o deslocamento de animais domésticos em veículos também segue algumas regras que resultam em mais segurança. O mais correto é transportar animais de estimação dentro do veículo, no banco de trás ou no porta-malas, em uma caixa de transporte ou em uma gaiola, conforme a espécie, sempre com atenção para não prejudicar a visibilidade do motorista e cuidado com o conforto e a segurança do animal.


Transportá-los nos bancos dianteiros, soltos dentro do carro ou até no colo de um passageiro, além de perigoso, é contra a lei e resulta em infração, com perdas de pontos na carteira e multa. Animais soltos podem pular pela janela, desviar a atenção do motorista e causar acidente.

Artigo 235: “Conduzir pessoas, animais ou carga nas partes externas do veículo, salvo nos casos devidamente autorizados”.

Artigo 252, inciso II: "Dirigir o veículo transportando pessoas, animais ou volume à sua esquerda ou entre os braços e pernas".


O uso de acessórios protege contra lesões provocadas por paradas ou por desvios bruscos, nas quais o animal pode se machucar ou ferir outras pessoas Existem equipamentos e cuidados especiais para cada tipo de animal, por exemplo:

Cães - grades (indicado para animais de grande porte), caixas de transporte (ideais para viagens longas) ou cintos e coleiras, que ficam presos ao cinto de segurança do carro, nesse caso, a recomendação é o uso da coleira peitoral e nunca prender com arames ou cordas porque podem machucar ou mesmo matar o animal.

Gatos - devem ser transportados apenas em caixas, pois se assustam com facilidade, são mais ágeis e difíceis de socializarem.


Dicas gerais:

- Alguns animais, como os gatos, têm pavor de mudanças. Se esse for o caso do seu bicho, a adaptação deve ser feita lentamente. Primeiro, o animal deve se acostumar a ficar no carro parado. Quando ele se sentir melhor, é hora de tentar usar o cinto de segurança ou a caixa de transporte. E, só depois, tentar andar com o carro; - Deixe a janela aberta para entrar ar, mas só até a metade, para que o animal não queira e não possa sair do automóvel; - No carro, nunca transporte o animal no banco da frente; - Se você for levar a caixa de transporte no porta-malas, retire a tampa deste, para que não falte ar; - Se você transportar o animal com o cinto de segurança apropriado, forre o local onde ele vai ficar. Algumas pet shops vendem tapetes higiênicos, que absorvem a urina, e outros tipos de protetores para o veículo; - Em caso de viagem, ou mesmo de percursos longos dentro da cidade, alguns animais podem enjoar, sobretudo nas curvas. Pergunte ao veterinário que remédio e quantidade são mais indicados para resolver este problema; - Para animais muito estressados, pode até ser o caso de dar um sedativo quando for necessário viajar. Mais uma vez, converse com o veterinário para saber que marca e dosagem são as mais recomendadas; - É aconselhável não dar água, nem comida até três horas antes de viajar. Durante o percurso, porém, você pode dar comida e água quando parar na estrada. A quantidade deve ser controlada, menor do que a que você daria normalmente, para afastar o risco de enjoos e vômitos; - Lembre que é proibido o transporte de animais de propriedade ou estabelecimento onde esteja ocorrendo doença infecto-contagiosa; - Se parar o carro por algum tempo jamais deixe seu companheiro dentro do carro quando estiver sol ou muito calor. Os animais não conseguem dissipar o calor transpirando como nós e poderão sofrer de intermação (hipertermia), podendo chegar a óbito; - Antes de transportar animais, mesmo os de estimação, procure orientação no posto de atendimento do Ministério da Agricultura que atende o seu município.


Fonte: Portal Trânsito Ideal



OBS: A matéria original traz orientações sobre outros animais, mas entendemos que pássaros e peixes devem ser respeitados em sua natureza, nunca confinados para a diversão humana, assim como qualquer animal selvagem ou silvestre e os (infelizmente) destinados ao abate.

Fonte: Portal Trânsito Ideal


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